Mar adentro
Irrompeu das profundezas do mar o devastador tsunami provocado pelo maior terremoto da história do Japão. A todo o momento são divulgadas novas e impressionantes imagens da tragédia. Barcos sobre casas, navios em estradas e automóveis boiando no mar. É tudo espantoso. Mas em meio a tantos acontecimentos que são relatados, impressiona a força do povo japonês, que já sofreu com guerras, bombas atômicas e outros terremotos, e sua determinação para enfrentar o desastre e recomeçar. Admira seu preparo e coragem para superar esse colossal abalo, mas para isso não faltaram altos investimentos que minimizaram a ainda assim brutal devastação.
Emociona ver as cenas que mostram um sofrimento contido, quase resignado e a organização da população vitimada enquanto aguarda por “água e pão”. A majestosa Tóquio, com seus 30 milhões de habitantes, já está mudando seus hábitos. Seus poderosos automóveis estão dando lugar a exércitos de ciclistas. É essa consciência e responsabilidade que fazem a diferença. Sabemos que as perdas materiais não diminuem o potencial japonês de produzir conhecimento e tecnologia, o que nos faz acreditar em sua breve recuperação.
Agora, nos resta saber os efeitos secundários do terremoto, como por exemplo, o futuro das usinas nucleares. Um desastre atômico com esses equipamentos pode ir muito além do deslocamento do eixo da terra. O mundo teme, e torce para que essa força descomunal seja dominada. Não é demais lembrar que o Brasil também gera energia elétrica a partir de reatores nucleares, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro
Comentário:em minha opinião esse triste acontecimento pode ser bom,e ruim ao mesmo tempo para a biologia por vários motivos entre eles: fato de perigo citado pelo escritor das usinas nucleares,a grande quantidades de animas que foram mortos pela força tanto da água quanto do terremoto.já pelo lado “bom”o fato de inúmeras espécies de seres marinhos das profundezas que foram descobertos ou até redescobertos .
Nenhum comentário:
Postar um comentário