quinta-feira, 31 de março de 2011

QUINTA NOTICIA

31/03/2011 18h52 - Atualizado em 31/03/2011 18h52

Golfinho é encontrado morto em praia de Porto Seguro, na Bahia

Mamífero tinha sinais de captura com rede de pesca.
Onze golfinhos já foram encontrados mortos em praias da cidade.

Do G1 BA, com informações da TV Santa Cruz
Golfinho Porto Seguro (Foto: Divulgação/ ONG Pat Ecosmar)Golfinho tinha marcas de rede de pesca
(Foto: Divulgação/ ONG Pat Ecosmar)
Onze golfinhos foram encontrados mortos nos últimos dois meses em praias da Costa do Descobrimento, no Extremo Sul da Bahia. O último foi na quarta-feira (30), na praia de Pitangueiras, em Porto Seguro. O animal de quase dois metros tinha marcas de rede de pesca no bico e em outras partes do corpo.
De acordo com a ONG Pat Ecosmar, que atua na região em parceria com o projeto Tamar e o Ibama, esses golfinhos são da espécie conhecida como boto-cinza. A maioria deles foi encontrada com marcas de rede no corpo. Paolo Botticelli, coordenador da ONG, acredita que a maioria das mortes foi acidental.

COMENTARIO:Uma noticia muito triste que infelizmente vem se repitindo recentemente como cita a reportagen.em minha opinião isso tem dois motivos um pode ser que os pescadores estão pondo suas redes em locais inapropriados para pesca com esse material, ou talvez algo esteja influenciando nas marés a causando uma espécie de stress ou algo do tipo nos golfinhos.

QUARTA NOTICIA

    .
    IMORTALIDADE NATURAL
Teoricamente este hidrozoário (Turritopsis nutricula) quando chega a “velhice” passa por diversos processos de rejuvenescimento e volta a forma jovem. Para nós esse mecanismo parece muito estranho. Imaginar que exista um “ser eterno”! O ciclo de vida de um hidrozoário inclui a forma assexuada de pólipo (uma forma que fica fixa no substrato) e estado sexual de medusa (uma forma livre).Mas é importante saber que  alguns hidrozoários marinhos não formam uma medusa livre, enquanto noutros hidrozoários ocorre somente a forma de medusa e não passam pela forma de pólipo.
  O caso da Turritopsis nutricula é típico, ou seja, ela tem a fase de ovo que após o desenvolvimento, dá origem a uma larva ciliada, que por sua vez, sai a procura de um bom substrato para se fixar. Fixada, a larva se transforma em um pólipo (considerada uma fase jovem) que é como uma pequena árvore que se reproduz assexuadamente, formando nas suas extremidades, pequenas medusinhas. Maduras, as medusas se desprendem e saem em busca de alimento e um parceiro para reprodução (esses animais se reproduzem assexuadamente e sexuadamente). De fato, o normal seria que a medusa morresse após se reproduzir, mas com a Turritopsis nutricula isso não acontece!
  Chegando à fase adulta reprodutiva, a T. nutricula pode reverter seu processo de envelhecimento. Normalmente este mecanismo se ativa em presença de stress (mudanças de temperatura, salinidade, O2, e etc.). Os processos de reversão, chamados também de transdiferenciação, vem sendo estudados por geneticistas no mundo inteiro. Transdiferenciação celular em biologia é o processo pelo qual um tipo de célula diferenciada é trocado por outro tipo de célula diferente em forma e função. Durante esta reversão, ocorre uma reorganização celular através de diversos apoptoses (morte programada das células). Diferenciadas, as células retornam ao seu estágio inicial (como nossas células tronco) e então, dão origem aos pólipos, considerados uma fase jovem inicial.


COMENTARIO: ACHEI MUITO LEGAL  ESSA NOTICIA, POR ISSO RESOLVI  POSTALA NO MEU BLOG É MUITO INTERESSANTE DESDE A PARTE QUE ELA NASCE E GRUDA SEUS TENTACULOS EM ALGO,ATÉ O PROCESSO DE REJUVECIMENTO “INSTANTENEO” O MAIS INTERESSSANTE É QUE ESSE PROSCESO DE   É CAUSADO POR STRESS.

Zambiasi analisa a força dos japoneses

O texto abaixo está na coluna de Sérgio Zambiasi, na contracapa do DG.

Mar adentro

Irrompeu das profundezas do mar o devastador tsunami provocado pelo maior terremoto da história do Japão. A todo o momento são divulgadas novas e impressionantes imagens da tragédia. Barcos sobre casas, navios em estradas e automóveis boiando no mar. É tudo espantoso. Mas em meio a tantos acontecimentos que são relatados, impressiona a força do povo japonês, que já sofreu com guerras, bombas atômicas e outros terremotos, e sua determinação para enfrentar o desastre e recomeçar. Admira seu preparo e coragem para superar esse colossal abalo, mas para isso não faltaram altos investimentos que minimizaram a ainda assim brutal devastação.
Emociona ver as cenas que mostram um sofrimento contido, quase resignado e a organização da população vitimada enquanto aguarda por “água e pão”. A majestosa Tóquio, com seus 30 milhões de habitantes, já está mudando seus hábitos. Seus poderosos automóveis estão dando lugar a exércitos de ciclistas. É essa consciência e responsabilidade que fazem a diferença. Sabemos que as perdas materiais não diminuem o potencial japonês de produzir conhecimento e tecnologia, o que nos faz acreditar em sua breve recuperação.
Agora, nos resta saber os efeitos secundários do terremoto, como por exemplo, o futuro das usinas nucleares. Um desastre atômico com esses equipamentos pode ir muito além do deslocamento do eixo da terra. O mundo teme, e torce para que essa força descomunal seja dominada. Não é demais lembrar que o Brasil também gera energia elétrica a partir de reatores nucleares, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro

Comentário:em minha opinião esse triste acontecimento pode ser bom,e ruim ao mesmo tempo para a biologia por vários motivos entre eles: fato de perigo citado pelo escritor das usinas nucleares,a grande quantidades de animas que foram mortos pela força tanto da água quanto do terremoto.já pelo lado “bom”o fato de inúmeras espécies de seres marinhos das profundezas que foram descobertos ou até redescobertos .

sexta-feira, 11 de março de 2011

Descobertas duas espécies de arraias na Amazônia equatoriana

 
11/03/2011 16h29 - Atualizado em 11/03/2011 16h30

  Arraias têm proporções corporais únicas e tamanho da cauda reduzido.
  Pesquisadores dizem que há pouco conhecimento científico sobre animais.

Do Globo Natureza, em São Paulo

  Pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, descobriram duas novas espécies de arraias na amazônia equatoriana. Os animais são tão distintos de outros já conhecidos que foram agrupados em novo gênero, nível de classificação mais abrangente que a espécie.

  Pertencentes ao novo gênero Heliotrygon, as espécies de arraia Heliotrygon gomesi e Heliotrygon rosai apresentaram características particulares, como a proporção única do disco corporal, com formato convexo na região do focinho, por exemplo.
As espécies também se diferenciam pelo tamanho reduzido da cauda e por suas cores. Enquanto a Heliotrygon gomesi tem o corpo acinzentado e o dorso marrom, a Heliotrygon rosai tem o dorso marrom e a barriga branca.
  Segundo os pesquisadores, essas espécies "incomuns" de arraias evidenciam o pouco conhecimento científico sobre a família a que pertencem. Geralmente, cada espécie de arraia de rio é nativa de uma única bacia hidrográfica. A Amazônia tem elevada biodiversidade do animal.
arraia H gomesi (Foto: UTSC/ Divulgação)Imagem de raio-X da arraia Heliotrygon gomesi. (Foto: UTSC/ Divulgação)
arraia H rosai (Foto: UTSC/ Divulgação)
 
 
Comentário:
 Mais uma descoberta do homem, dessa vez Arrais, uma espécie de uma beleza imensa  ,descobertas na Amazônia equatorial.
 Em plenos anos dois mil uma nova espécie isso prova mais uma vez q o homem não conhece nem 50% do nosso mundo natural,  
  Em minha opinião isso é bom por que é mais um animal fantástico para estudarmos e conhecermos. Pois pelo que fala na reportagem é uma espécie pouca conhecidas pelos cientistas   pois animais são tão distintos de outros já conhecidos que foram agrupados em novo gênero, nível de classificação mais abrangente que a espécie.

Cientistas detectam aumento de carrapatos em pinguins da Antártida

primeira semanaPDF Imprimir E-mail


Sáb, 05 de Março de 2011

www.ijui.com/noticias/natureza

Aumento de parasitas pode desencadear doenças e maior mortandade das aves

Cientistas chilenos detectaram uma grande quantidade de carrapatos em pinguins da Antártida, o que poderia desencadear um aumento das doenças e uma maior mortalidade dessa espécie no caso de uma mudança climática.
Cientistas chilenos detectaram uma grande quantidade de carrapatos em pinguins da Antártida, o que poderia desencadear um aumento das doenças e uma maior mortalidade dessa espécie no caso de uma mudança climática.
Cientistas chilenos detectaram uma grande quantidade de carrapatos em pinguins da Antártida, o que poderia desencadear um aumento das doenças e uma maior mortalidade dessa espécie no caso de uma mudança climática.
A descoberta foi realizada por cientistas da Universidade de Concepción em um local próximo ao Círculo Polar Antártico, no marco da expedição anual organizada pelo Instituto Antártico Chileno (Inach), informou nesta quinta-feira (3) a instituição.
Apesar de não ser a primeira vez que carrapatos e piolhos são encontrados na Antártida, os pesquisadores se surpreenderam com grande quantidade destes parasitas em colônias de pinguins papúa.
Os carrapatos evoluíram junto com os pinguins e sua relação com estas aves é por enquanto equilibrada, mas este equilíbrio poderia ser rompido com uma mudança climática.
Esse parasita se alimenta do sangue do animal que a hospeda e por isso que pode transmitir diferentes tipos de doenças virais, bacterianas e protozoárias.
"Nossa hipótese é que este tipo de carrapato, o Ixodes uriae, teria doenças que poderiam chegar a ser grandes no futuro das povoações destas aves",explicou o pesquisador Daniel González, que lidera o projeto.
A pesquisa pretende comparar as doenças nos carrapatos e nos pinguins em distintas latitudes, e associá-las a cenários de mudança climática.
"Nos preocupa que o aumento de temperatura possa provocar estresse nos pinguins e um maior desenvolvimento de certas doenças", acrescentou González.
No programa, que contempla outras duas expedições ao local nos próximos dois anos, participam também as universidades Upsala e Kalmar, da Suécia, o Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária da Argentina e a Universidade Andrés Bello do Chile.

Fonte: IG
Comentário:
 Na minha opinião é muito preocupante pelo que se fala na reportagem esse excesso de carrapatos  pode causar alguma doença mais grave aos pinguins que talvez exagerando um pouco possa reduzir a população dessa espécie.
 Espero q descubram algo a respeito sendo se pode ou não causar alguma doença, e se causar qual seria ,e um modo de nós humanos interferir de um modo positivo